Os portugueses adiantaram-se no marcador logo aos três minutos: Eli usou a sua velocidade na ala direita e fez um passe inteligente para Niko, que rematou para o golo. No entanto, o ritmo do jogo rapidamente se desvaneceu com as temperaturas amenas e o resto da primeira parte foi um futebol de verão. Leo podia ter feito o 2-0 pouco antes do intervalo, quando um bom ataque deixou a bola à sua frente para rematar, mas um defesa bloqueou em cima da linha.
Depois do intervalo, os portuenses começaram como na primeira parte: Eli voltou a fugir a todos os defesas, fez um belo passe para o centro e Niko rematou para o 2-0 (55’). Ele tem os pés chatos, o nosso capacete de ouro na segunda parte. Pouco depois, Niggi teve a oportunidade de fazer o 3-0 após um cruzamento de Niki, mas cabeceou a bola por cima da barra. Passada uma hora, o próximo patinador entrou na lista de marcadores. Sofiene, que criava muita ação no ataque com os seus dribles, revelou-se um executante, enquanto Niko fez a assistência. O jogo terminou com o terceiro golo. Kenny defendeu várias vezes com o pé, ao estilo do guarda-redes de andebol, mas os visitantes continuaram a ser bastante inofensivos. No final, foi Yuri quem marcou o último golo com um remate maravilhoso da entrada da área (71’). Sofiene tinha driblado para a frente, o seu remate foi bloqueado e acabou por chegar a Yuri, que marcou com um remate maravilhoso. Depois de quatro golos fora de casa em Gündlingen, que não conseguiram conquistar um único ponto, o velho ditado do futebol provou ser verdadeiro: se jogares para zero, não podes perder. E se marcarmos um golo ou mesmo um quarteto de golos, só podemos ganhar. Três pontos bem merecidos para a segunda equipa, que volta a ocupar o quinto lugar.