… a Portugal. Depois de a primeira participação no torneio internacional ter corrido bem, com um quinto lugar, voltámos a Fão graças aos nossos organizadores perfeitos – Nando e Marko para a parte desportiva e Sérgio da Silva para a parte social, igualmente importante.
Como alguns já tinham chegado antes dos dias de torneio, na quarta-feira fomos ao lendário estádio do SC Braga. O adversário no jogo da Liga Europa era o Real Betis de Sevilha – ao preço de pechincha de 10 euros (lugar sentado!) graças ao nosso antigo treinador e sócio do SC Braga, João Dias.
Após a chegada do restante grupo de viagem ao fim da noite de quinta-feira, houve um jantar em conjunto. A sexta-feira levou-nos ao Porto, onde se desfrutou de monumentos, pataniscas e cervejinhas. O dia terminou novamente com um jantar de equipa e adeptos.
O torneio não correu tão bem como no ano anterior. As instalações tinham sido vendidas após a insolvência do clube local e apenas alugadas de volta para o Ocean Cup. Assim, o ambiente não foi tão agradável, embora o vento soprasse com menos força do que em abril do ano passado. Sem qualquer vitória, só deu para a ronda de classificação por um lugar de dois dígitos no domingo. Ainda assim, no sábado à noite dançou-se e festejou-se bastante na festa da aldeia e na discoteca Batteria. Contra uma equipa do Brasil só deu para estabelecer contactos para uma possível nova viagem; o décimo terceiro lugar escapou – mas quem é que quer o número 13 na taça?
No domingo à noite seguiu-se o jantar de encerramento em conjunto. Também aqui reinou o bom humor, graças a alguns fãs dos Monty Python que mostraram um talento surpreendente a recriar as cenas. Não há duas sem três – e o bom conhecimento do terreno fala por isso!